“Golfinho Parade” – cetáceos à solta nas ruas de Setúbal

Vinte graciosos e coloridos roazes animam o passeio da Doca dos Pescadores, na zona ribeirinha de Setúbal, desde Junho de 2011. A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Setúbal visa promover a frente ribeirinha, sensibilizar para a necessidade de proteger estes animais e “sublinhar a importância dos golfinhos no imaginário sadino”. E a imagem que mais perdura destes animais é o salto que dão acima da linha de água.

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Observação de golfinhos – e não só – em Sagres (post convidado)

Texto e ilustração: Miguel Appleton Fernandes (16 anos, estudante, 11º ano da área de Ciências e Tecnologias, Salesianos de Lisboa)

Dia 4 de Setembro cheguei a Sagres, acompanhado de alguns familiares. No porto da Baleeira, várias empresas realizam actividades de observação de espécies marinhas (nomeadamente cetáceos e tubarões, entre outros). Na empresa Mar Ilimitado, conhecemos as três biólogas que coordenam as actividades desta empresa e, antes de embarcarmos, foi-nos feito um briefing sobre as espécies mais avistadas (no verão, altura de maior actividade da empresa) junto à costa, sendo elas, por ordem decrescente de avistamentos: o golfinho-comum, o roaz, a baleia-anã e o boto.

Golfinho-comum (Delphinus delphis), Sagres. Foto: Cristina Appleton Fernandes

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Golfinhos no Meco e no Sado

É frequente avistar golfinhos no estuário do Sado – há muito que os roazes-corvineiros (Tursiops truncatus) são uma das principais atracções da baía de Setúbal. Menos comum (para mim foi a primeira vez) é vê-los nas praias ao longo da costa. Mas foi o que aconteceu (pelo menos) durante a semana passada na praia do Meco.

Roaz-corvineiro (Tursiops truncatus), estuário do Sado, Setúbal (Julho de 2013)

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