Bordalo II e a “Arara do Bosque de Telheiras”

A arte urbana é efémera: ou as paredes vêm abaixo para dar lugar a novos edifícios, ou o sol gasta as cores levando a que surjam novas pinturas por cima das antigas. No caso da obra de Bordalo II há ainda que ter em conta as peças que vão desaparecendo. Na “Arara” de Telheiras, em Lisboa, falta já um pneu e algumas garrafas, mas ainda lá estão o banco e a ventoinha que ajudam a dar forma à escultura/pintura.

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