Garça-branca-pequena (Cromos repetidos #7)

A garça-branca-pequena (Egretta garzetta) já é nossa conhecida. A foto que tirei em Alcochete ilustrou um poema de Maria Lúcia Martins e, mais recentemente, veio à baila no post sobre a “prima” que tem quase o dobro do tamanha – a garça-branca-grande.

egretta garzetta 1

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A imagem que faltava

Neste post sobre as flores pata-de-canguru referi que são polinizadas por comedores-de-néctar, “em particular por wattlebirds (aves com penduricalhos na face). O wattlebird “enfia” a cabeça na flor para alcançar o néctar. Quando retira a cabeça, arrasta-a ao longo dos tais “deditos” e fica com uma “pata de canguru” desenhada na cabeça.”

Neste outro apresentei o wattlebird, que ontem fotografei “com a boca na botija”.

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Asas de bronze

Parece neve em pano de fundo, mas tirei a foto em pleno Verão australiano. O tom esbranquiçado deve-se a nuvens sobre o mar, minutos antes de o pôr-do-sol pintar o céu de vermelho. A ave chama-se Brush Bronzewing (Phaps elegans) – em português é conhecida por rola-elegante -, mede até 33 centímetros e habita áreas junto à costa. Nas asas tem duas bandas coloridas, com reflexos verdes e azuis metalizados. Por baixo do olho tem uma risca branca e a atravessá-lo uma outra cor de chocolate. O cimo da cabeça cor de avelã indica que o indivíduo da imagem é um macho.

brush bronzewing