Pinnacles Desert – um lugar único

É uma das jóias da coroa do património natural da Austrália Ocidental. E é um lugar estranho, com características que ainda intrigam os cientistas que o estudam. Chama-se Pinnacles Desert (Deserto de Pináculos) e fica a cerca de 200 km a Norte de Perth, no Parque Nacional de Nambung, perto da vila de Cervantes.

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Pedra do Sal

Ao longo da costa encontram-se vários tapetes de pedra, estendidos pela força do mar, do vento e da chuva, e denominados Lapiás Costeiros. Uma dessas estruturas geológicas é a velhinha Pedra do Sal, com idade entre os 90 mil e os 120 mil anos, em S. Pedro do Estoril.

Pedra do Sal, S. Pedro do Estoril

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Serra do Risco – uma falésia com 381 metros

Inserida na cordilheira da Arrábida, em Setúbal, a Serra do Risco possui a mais alta falésia marítima de Portugal Continental. Tanto quanto sei, a origem do nome não é clara: ou deve-se à linha (quase) direita que desenha no horizonte, ou ao “risco” a que o rei D. Afonso Henriques se sujeitou quando dividiu as suas tropas durante uma batalha.

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As ondas gigantes da Nazaré

O Canhão da Nazaré é uma espécie de Grand Canyon, mas está debaixo de água, é de origem tectónica (o desfiladeiro norte-americano resulta da acção do rio Colorado) e mede “apenas” 211 km de comprimento (contra 446 km do Grand Canyon). E, ainda que indirectamente, está nas bocas do mundo, pois terá proporcionado mais um record do mundo ao havaiano Garrett McNamara: o de surfar uma onda de 30 metros.

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“ANTROPOCENO” e RIO +20 (parte I de II)

“Movemos anualmente mais rochas e sedimentos do que todos os fenómenos naturais, como os rios e a erosão”, ouve-se no vídeo “Bem-vindo ao Antropoceno” (em baixo), que retrata em apenas 3 minutos a nossa história ao longo dos últimos 250 anos. O vídeo foi apresentado na conferência Planet Under Pressure 2012, realizada em Março, em Londres. Paul Crutzen, Nobel da Química que cunhou o termo Antropoceno em 2002, defende que a Terra entrou numa nova era geológica devido às profundas alterações provocadas pelos humanos. Jan Zalasiewicz e Mark Williams, da Universidade de Leicester, no Reino Unido, são uns dos maiores apologistas desta ideia, defendendo-a regularmente em revistas da especialidade. Para já, continuamos no Holoceno, época do período Quaternário que começou há 11,5 mil anos.

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