“Alice no País das Maravilhas”, em Odivelas

No livro de Lewis Carroll, Alice cai numa toca de coelho e entra no País das Maravilhas. Agora Alice está num túnel, junto à estação de metro de Odivelas, mas continua acompanhada de muitos personagens da estória, como o Coelho Branco, a Lagarta e o Gato de Cheshire. Esta peça carregada de pormenores é do artista Styler (aka, João Cavalheiro) e vale bem uma visita.

 

 

Coming Out, Lisboa: A arte saiu à rua numa iniciativa assim

Quadros quinhentistas com sumptuosas molduras douradas, não é exactamente o que esperamos encontrar nas paredes de uma qualquer rua do centro de Lisboa. Mas de há três dias para cá, e durante os próximos três meses, é o que acontece em paredes do Chiado, Bairro Alto e Príncipe Real.

coming out lisboa 1

Continue reading

Uma pausa com Soares de Passos

Inaugurada no dia 18 do mês passado, a nova secção do megalómano Parque dos Poetas, em Oeiras, permitiu-me descobrir alguns autores e reencontrar outros já quase perdidos nos confins da (pouco fiável) memória. Entre as descobertas conta-se António Augusto Soares de Passos (1826-1860), de quem aqui fica o poema Desejo, ilustrado por fotos que tirei na sua ‘ilha’.

“Oh! quem nos teus braços pudera ditoso
No mundo viver,
Do mundo esquecido no lânguido gozo
D’infindo prazer.

parque dos poetas soares passos 1 Continue reading

Uma pausa com Thoreau

“We need the tonic of wildness… At the same time that we are earnest to explore and learn all things, we require that all things be mysterious and unexplorable, that land and sea be indefinitely wild, unsurveyed and unfathomed by us because unfathomable. We can never have enough of nature”.

Henry David Thoreau, em Walden: Or, Life in the Woods

azenhas do mar-3 (1024x683)