Bordalo II e a “Arara do Bosque de Telheiras”

A arte urbana é efémera: ou as paredes vêm abaixo para dar lugar a novos edifícios, ou o sol gasta as cores levando a que surjam novas pinturas por cima das antigas. No caso da obra de Bordalo II há ainda que ter em conta as peças que vão desaparecendo. Na “Arara” de Telheiras, em Lisboa, falta já um pneu e algumas garrafas, mas ainda lá estão o banco e a ventoinha que ajudam a dar forma à escultura/pintura.

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MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia

As ondulantes paredes do MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia reflectem as cores do céu e das águas do Tejo. Inaugurado em 2016, um dos aspectos originais desta obra da arquitecta britânica Amanda Levete é o acesso livre à cobertura do edifício, que permite vistas inesperadas para a ponte, rio, Lisboa e para o adjacente Museu da Electricidade, em Belém.

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Um visitante pouco habitual em Odivelas

A limpeza com retroescavadoras das margens e leito da ribeira de Odivelas causou forte impacto na avifauna e em espécies menos “móveis”, como os cágados, que deixei de ver nas últimas semanas. Ontem lá vislumbrei um, meio atarantado no meio do leito da ribeira, à procura de um local com profundidade suficiente para o tapar. Com as margens limpas, as aves andam de um lado para o outro à procura de abrigo e de locais para nidificarem ou caçarem. Ontem passou por lá um goraz. Foi a primeira vez que vi um na ribeira. Talvez tenha vindo de um outro ponto do curso de água em busca de um melhor habitat. Se hoje ainda lá estiver, tiro-lhe uma fotografia (esta foi tirada na Gulbenkian).

“Alice no País das Maravilhas”, em Odivelas

No livro de Lewis Carroll, Alice cai numa toca de coelho e entra no País das Maravilhas. Agora Alice está num túnel, junto à estação de metro de Odivelas, mas continua acompanhada de muitos personagens da estória, como o Coelho Branco, a Lagarta e o Gato de Cheshire. Esta peça carregada de pormenores é do artista Styler (aka, João Cavalheiro) e vale bem uma visita.

 

 

5 segundos

Este pequeno riacho artificial fica no Parque dos Poetas, em Oeiras, e mede cerca de 1 passo de largura e 4 ou 5 dedos de profundidade. Para “arrastar” a água coloquei a câmara no chão e usei um tempo de exposição de 5 segundos.

Aves do jardim Rio da Costa

Nos últimos dois meses a Primavera foi chegando ao jardim Rio da Costa, em Odivelas. No início de Fevereiro surgiram as primeiras crias dos patos-reais. No final de Fevereiro chegaram as andorinhas e as crias das galinhas-d’água. Entretanto a ribeira que corre ao longo do jardim está mais silenciosa: os numerosos guinchos, que ali passam o Inverno, voaram para o mar.

galinhadeagua

Segue-se a lista das espécies que vi no jardim em Fevereiro e Março.

ribeira_odivelas

Guarda-rios

Rabirruivo-preto

Pintassilgo

Felosa-comum

Alvéola-branca

Alvéola-cinzenta

Guincho-comum

Melro-preto

Gaivota-argêntea

Garça-branca-pequena

Fuínha-dos-juncos

Pato-real

Galinha-d’água

Chamariz

Toutinegra-de-barrete-preto

Andorinha-dos-beirais

Andorinha-das-chaminés

Pardal-comum

Pombo-doméstico