Bordalo II e a “Arara do Bosque de Telheiras”

A arte urbana é efémera: ou as paredes vêm abaixo para dar lugar a novos edifícios, ou o sol gasta as cores levando a que surjam novas pinturas por cima das antigas. No caso da obra de Bordalo II há ainda que ter em conta as peças que vão desaparecendo. Na “Arara” de Telheiras, em Lisboa, falta já um pneu e algumas garrafas, mas ainda lá estão o banco e a ventoinha que ajudam a dar forma à escultura/pintura.

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MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia

As ondulantes paredes do MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia reflectem as cores do céu e das águas do Tejo. Inaugurado em 2016, um dos aspectos originais desta obra da arquitecta britânica Amanda Levete é o acesso livre à cobertura do edifício, que permite vistas inesperadas para a ponte, rio, Lisboa e para o adjacente Museu da Electricidade, em Belém.

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