Garça-branca-grande (Cromos Repetidos #6)

O Outono e o Inverno são as melhores alturas do ano para observar a garça-branca-grande (Ardea alba) em Portugal. Não é fácil, pois a espécie é rara no nosso país, mas o número de indivíduos invernantes tem aumentado desde a década de 80.

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Estuário do Douro, Ria de Aveiro, Estuário do Sado, Lagoa de Santo André e Lagoa dos Salgados são alguns locais onde a espécie ocorre. Atenção: convém não confundir com a “prima” garça-branca-pequena (Egretta garzetta), mais pequena e muito mais abundante.

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De facto, enquanto esta última mede 60 centímetros de comprimento, a versão grande chega aos 90 centímetros, um tamanho que de modesto tem nada, mas alguém achou por bem baptizar assim a subespécie que existe aqui na Austrália, ou seja, Ardea alba modesta (Eastern Great Egret).

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O pescoço é enorme e o seu comprimento é superior ao do resto do corpo. A envergadura das asas chega aos 1,5 metros e o corpo pesa cerca de 1 quilo.

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Os peixes são a principal fonte de alimento, mas também consome crustáceos, anfíbios, répteis, moluscos, insectos, aves e mamíferos – tudo o que se move, portanto.

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