Árvores que vi nascer

As oliveiras são as primeiras árvores de que me lembro de ver na Quinta da Luz, Lisboa. Já não existem. Deram lugar a mais um prédio. Eram duas fileiras de belos exemplares que, além de sombra, azeitonas e matéria prima para fisgas, eram palco de inúmeras brincadeiras. Recordo-me das “guerras” onde cones alongados feitos de páginas de listas telefónicas, impulsionados a sopro, saiam disparados dos tubos que “encontrávamos” nas obras.

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Aqui e ali plantaram-se árvores que cresceram ao longo dos últimos trinta e tal anos, algumas ultrapassando em altura os padronizados prédios de oito andares. Hoje a Quinta da Luz é um local acolhedor – e até bonito – graças a estes gigantes e a outras árvores de porte mais singelo que enfeitam e alegram o bairro.

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